Home    |    Login / Cadastro    |  Contato
 
Nossa Missão
 

 

TV Digital

A Televisão Digital ou TV Digital usa um modo de modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma freqüência (canal) podendo atingir o alvo de muito alta qualidade na imagem (alta definição).

Os padrões em operação comercial são capazes de transportar até 19 Mbps. Em termos práticos, isto é o equivalente a um programa em alta definição, que ocupa 15 Mbps, ou quatro programas em definição padrão, que consomem em média 4 Mbps cada.

Índice

* 1 História

* 2 Inovações Técnicas e Tecnológicas da TV Digital

o 2.1 Qualidade Técnica de Imagem e Som

o 2.2 Interatividade

o 2.3 Acessibilidade

o 2.4 Recepção

o 2.5 Desvantagens

* 3 Meios de Transmissão

* 4 Pay-per-view (PPV)

* 5 HDTV

* 6 Momento tecnológico no Brasil

* 7 Ver também

* 8 Ligações externas

História

A história da televisão digital inicia-se nos anos 1970, quando a direção da rede pública de TV do Japão Nippon Hoso Kyokai (NHK) juntamente com um consórcio de 100 estações comerciais, dão carta branca aos cientistas do NHK Science & Technical Research Laboratories para desenvolver uma TV de alta definição (que seria chamada de HDTV).

Inovações Técnicas e Tecnológicas da TV Digital

Qualidade Técnica de Imagem e Som

* Resolução de imagem - Os primeiros receptores apresentavam 240 linhas de vídeo. Atualmente, um monitor analógico de boa qualidade apresenta entre 480 e 525 linhas. Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080 linhas com o padrão HDTV.

* Novo formato da imagem - A tela dos monitores digitais passará do formato 4:3, típico da TV analógica, para o formato 16:9, mais próximo do formato panorâmico de uma tela de cinema.

* Qualidade do som - A televisão iniciou com som mono (um canal de áudio), evoluiu para o estéreo (dois canais, esquerdo e direito). Com a TV digital, passará para seis canais (padrão utilizado por sofisticados equipamentos de som e home theaters).

Interatividade

* Interatividade Local - O conteúdo é transmitido unilateralmente para o receptor de uma só vez. A partir daí, o usuário pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor. Um novo fluxo de dados ocorre apenas quando é solicitada uma atualização ou uma nova área do serviço é acessada.

* Interatividade com Canal de Retorno Não-Dedicado - A interatividade é estabelecida a partir da troca de informações por uma rede à parte do sistema de televisão, como uma linha telefônica. O recebimento das informações ocorre via ar, mas o retorno à central de transmissão se dá pelo telefone.

* Interatividade com Canal de Retorno Dedicado - Com a expansão das redes de banda larga, pode ser desenvolvido um meio específico para operar como canal de retorno. Para isso, o usuário da TV digital necessitaria não apenas de antenas receptoras, mas também de antenas transmissoras, e o sistema, a capacidade de transportar os sinais até a central de transmissão.

Acessibilidade

* Facilidades para Gravação de Programas - A introdução de sinais codificados de início e fim de programas facilitará o acionamento automático de videocassetes ou gravadores digitais dos usuários.

* Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores - Alguns modelos de aparelhos receptores ou mesmo os conversores poderão incorporar gravadores digitais de alto desempenho (semelhantes aos discos rígidos utilizados nos computadores) que poderão armazenar muitas horas de gravação e permitir que o usuário escolha a hora de assistir o programa que desejar.

* Múltiplas Emissões de Programas - A transmissão de um mesmo programa em horários descontínuos (um filme, por exemplo, iniciando de 15 em 15 minutos) em diversos canais permitirá que o usuário tenha diversas oportunidades para assistir ao programa desejado a um horário escolhido.

Recepção

* Otimização da Cobertura - A tecnologia digital possibilita flexibilidade para ajustar os parâmetras de transmissão de acordo com as características geográficas locais. Em áreas acidentadas ou com muitos obstáculos (grandes cidades com muitos edifícios, por exemplo) pode ser utilizado o recurso da transmissão hierárquica. Com este recurso, um programa pode ser transmitido (com sinal menos robusto) de modo a ser recebido em locais mais favoráveis, através de antenas externas, por exemplo, enquanto outro programa ou o mesmo programa do mesmo canal é transmitido (com sinal mais robusto) com uma menor resolução de imagem para recepção em todos os pontos da área de prestação do serviço. Isto permite que terminais portáteis ou móveis (instalados em veículos) possam receber sem problemas as transmissões. i l y

Desvantagens

* O preço não será acessível para grande parte da população devido ao alto custo do receptor e da televisão com sistema acoplado.

Não será qualquer televisão que receberá o sinal digital.

Meios de Transmissão

Uma antena que recebe sinais de TV Digital por satélite. Na Europa, a SKY TV já transmite em HDTV.

Uma antena que recebe sinais de TV Digital por satélite. Na Europa, a SKY TV já transmite em HDTV.

Assim como a televisão analógica convencional, o sinal digital viaja por diferentes meios - que deverão continuar coexistindo após a adoção do padrão digital.

* Terrestre - Transmitido por ondas de radiofrequência, os sinais digitais são transmitidos no ar e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção. Este é provavelmente o meio mais aguardado da televisão digital já que seu custo económico é o mais baixo, não há necessidade de pagar assinaturas bastando às grandes emissoras de televisão no país e suas retransmissoras efectuarem as devidas adaptações, exigindo também da parte dos consumidores, a aquisição de novos receptores. No Brasil, algumas companhias de televisão por assinatura já transmitem a sua programação usando um sistema semelhante denominado MMDS.

* Satélite - Já em uso no Brasil desde 1996 através das TV's por assinatura de banda Ku (SKY, Tec Sat e DirecTV) este sistema permite a captação do sinal digital pelos utilizadores residentes em regiões remotas. Desde 1997 existe um satélite público da Embratel transmitindo sinais digitais a antenas parabólicas específicas, denominado de banda C digital sem custos financeiros para a recepção.

Atualmente, existem vários satélites com transmissões digitais abertas, chamados de sistemas Free to air (FTA), em formato DVB encontradas em satélites como a série BrasilSat (B1, B2, B3 e B4), Nahuel, Amazonas, Hispasat, entre outros, com programação variada, desde canais abertos (Rede Minas, TV Record, Rede TV), emissoras regionais, rádios e canais estrangeiros.

* Cabo - Utiliza redes de cabo convencionais CATV para transmitir os sinais digitais que chegam à casa do assinante via operadoras de televisão por assinatura. Implantado em 2004 em grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro este meio de transmissão para televisão digital é atualmente o mais difundido em todo o mundo.

Normalmente as operadoras de televisão a cabo recebem quase todos os canais através de satélite. Após a recepção, filtragem e amplificação poderão existir dois processos para a transmissão no cabo, sendo um deles a codificação analógica dos canais (canais premium, pay-per-view, conteúdo explícito para adultos, etc) criando-se um empacotamento, modulação e depois a transmissão no cabo.

Alguns canais, dependendo do interesse da operadora podem ser transmitidos diretamente no cabo sem a codificação analógica, como é o caso da recepção dos canais locais da cidade em que a operadora de TV a cabo se situa, os chamados canais Off Air, porém passam pelo processo de recepção, filtragem amplificação, modulação e transmissão.

Em resumo, para os canais recebidos via satélite, eles são convertidos de sinais digitais (DVB-S), para sinais analógicos e depois transmitidos no cabo.

Para a transmissão digital, os canais são recebidos digitalmente do satélite, são amplificados, filtrados, modulados e transmitidos digitalmente no cabo através do sistema DVB-C, em uma faixa de frequência reservada para os sinais digitais, mantendo-se ainda o serviço e os assinantes do sistema analógico. Para a recepção dos sinais digitais é necessário, da mesma forma que no analógico codificado, o uso de um Set top Box (decoder) digital no padrão adotado pela operadora (no caso do cabo normalmente o padrão é o DVB-C).

* Internet - Conhecido também como IPTV, esse sistema utiliza conexões de alta velocidade à Internet (banda larga) para transmitir os sinais digitais. Entre suas vantagens estão a coexistência automática das tecnologias já conhecidas de Internet (Web, e-mail, mensageiros) com a recepção de TV. O grande desafio desta tecnologia é prover as tais conexões de alta velocidade que não podem ser inferiores a 50 Mbps para uma recepção satisfatória - o que só pode ser viabilizado através de redes de fibra óptica.

Pay-per-view (PPV)

Antigamente, quem quisesse assistir a um canal de filme tinha que ter ciência da programação, ou mesmo um PPV, os clientes tinham que esperar o início do programa almejado para que possa comprá-lo. Agora com canais por demanda a programação fica disponível como vídeos avulsos, podendo ser iniciado a hora que desejar, parar ou até mesmo começar outra vez quantas vezes achar conveniente.

HDTV

Em sua maior resolução de imagem - High Definition Television (HDTV) - Este padrão prioriza a nitidez e qualidade da imagem em detrimento do número máximo de canais a serem transportados em uma mesma freqüência. Atualmente, a resolução HDTV encontra resistência em avançar no mundo, sendo o alto custo da solução um dos principais obstáculos. O HDTV é atualmente utilizado em algumas grandes cidades localizadas em partes dos Estados Unidos, do Japão e de algumas regiões da Europa (para quem dispõe de uma TV com esta tecnologia)..

Momento tecnológico no Brasil

O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos três padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais (o modelo americano, o modelo europeu e o modelo japonês).

Assim, desde 1994, 17 emissoras de TV e pouco mais de uma dezena de empresas interessadas criaram o grupo SET/Abert.

Desde 1996, e durante o governo de Maguito Villela, Goiás é um dos estados diretamente empenhados na corrida tecnológica para a implementação da televisão digital, embora as emissões regulares apenas tenham iniciado apenas no governo de Marconi Perillo, no ano 2000, servindo no entanto de base de estudo e exemplo para a normalização do formato no país. Atualmente, a abrangência da difusão do sinal digital atinge perto de 99% das zonas residenciais, sendo por isso, considerada por muitos como a primeira região da América Latina a receber em pleno a televisão digital.

A partir de 1998, o trabalho do consórcio técnico intensificou-se, resultando nos testes de laboratório e de campo que duraram seis meses, entre agosto de 1999 e março de 2000, com o aval de especialistas da Universidade Mackenzie.

Após o término da fase de estudos em 2006, o presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou o decreto oficializando o modelo japonês como o padrão de TV digital a ser adotado no Brasil.

Televisão digital no Brasil

A televisão digital no Brasil remete à implementação do sistema digital de televisão no Brasil que entre 2005 e 2007 se definiu de maneira significativa, apesar de muitas polêmicas quanto ao padrão adotado e alguns impasses ainda pendentes.

A primeira transmissão oficial de sinal de TV digital no Brasil ocorreu em 2 de dezembro de 2007, às 21h20, na Sala São Paulo, na cidade de São Paulo. A solenidade reuniu mais de 2000 pessoas e contou com a presença do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e de grandes empresários do setor.

Primórdios

O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram parte dos testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos três padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais.

Desde 1994, 17 emissoras de televisão e pouco mais de uma dezena de empresas interessadas criaram o grupo SET/Abert juntamente com a Universidade Mackenzie passaram a pesquisar os três sistemas de transmissão de TV Digital: o modelo ATSC americano, o modelo DVB europeu e o modelo ISDB japonês. Desde 1996, Goiás é um dos estados diretamente empenhados na corrida tecnológica para a implementação da televisão digital. O ano de 1996 também ficou marcado pela chegada da DirecTV, primeiro sistema de TV digital no país, porém pago e inacessível à maioria da população. No final do ano chegaria a SKY pra competir nesse mercado. Em 1998 foram iniciados os trabalhos do primeiro consórcio técnico com a Universidade Mackenzie, que resultou nos primeiros testes de laboratório e de campo que duraram seis meses: entre agosto de 1999 e março de 2000.

O governo federal criou 22 consórcios técnicos envolvendo 106 universidades públicas e privadas brasileiras, institutos de pesquisa e empresas privadas. Cerca de R$60 milhões do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações foram aplicados para a criação de inovações brasileiras, incluindo o aperfeiçoamento de equipamentos e tecnologias e de softwares nacionais.

Em 2003 o Presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou o Decreto n.º 4.901, que criou o Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre, ou SBTVD, e o Comitê de Desenvolvimento, responsável pela sua implementação. Após o término da primeira fase de estudos em 2006, o presidente Lula assinou o decreto de n.º 5.820 que criou Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre, responsável por padronizar e harmonizar as tecnologias nacionais, desenvolvidas pelas universidades e centros de pesquisas brasileiros, com a tecnologia da ARIB (Association of Radio Industries and Businesses) do Japão e outras.

Modelos, sistemas e padrões de TV digital para o Brasil

Para compreender alguns dos impactos sociais, culturais, políticos, econômicos e tecnológicos é importante diferenciar alguns pontos:

  • O modelo de televisão digital incorpora a visão de longo prazo e o conjunto de políticas públicas. O modelo deve articular todas as iniciativas, atividades e ações relacionadas à questão. O modelo define as condições de contorno para o estabelecimento do sistema e respectiva definição do padrão.
  • O sistema de televisão digital é o conjunto de toda a infraestrutura e atores (concessionárias, redes, produtoras, empresas de serviços, ONGs, indústrias de conteúdo e de eletroeletrônicos).
  • O padrão de televisão digital é o conjunto de definições e especificações técnicas necessárias para a correta implementação e implantação do sistema a partir do modelo definido.

Atualmente existem diferentes modelos, sistemas e padrões de TV Digital no mundo. No Brasil, a definição final do padrão adotado dependeu da harmonização de um modelo (arcabouço legal e institucional) e de diferentes sistemas (tecnologias de software e hardware). A legislação brasileira foi bastante flexível com relação a portabilidade da televisão digital no Brasil, permitindo a sua utilização nos mais variados dispositivos.

Padrão ISDB-TB

Especificações tecnicas do padrão ISDB-TB
Aplicações EPG, t-GOV, t-COM, Internet
Middleware Ginga
Compressão de áudio MPEG-4 AAC 2.0 , 5.1 canais
 
Compressão de vídeo MPEG-4 H.264
  • FullHDTV (1920 colunas por 1080 linhas)
  • HDTV (1280 colunas por 720 linhas)
  • SDTV (720 colunas por 480 linhas)
  • OneSeg (320 colunas por 240 linhas)
Transporte MPEG-2 TS
Modulação COFDM dividido em 13 segmentos da portadora de 6 MHz
 

O padrão de televisão digital adotado no Brasil é o ISDB-TB, uma adaptação do ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial), padrão japonês acrescida de tecnologias desenvolvidas nas pesquisas das universidades brasileiras. O padrão japonês foi escolhido, conforme dito anteriormente, por atender melhor as necessidades de energia nos receptores, mobilidade e portabilidade sem custo para o consumidor, diferente do padrão europeu, onde esta operação é tarifada pelas empresas telefônicas. A principal diferença constatada inicialmente após a decisão de se adotar o padrão japonês para ser utilizado na televisão digital brasileira, em junho de 2006, foi a substituição do formato de compressão MPEG-2 para o MPEG-4.

O formato ISDB-TB também permite, além da transmissão em alta definição (high definition, 1920 × 1080 pixels), a transmissão em multiprogramação, onde é possível transmitir, no lugar de um único programa em alta definição, quatro programas diferentes simultâneamente em definição padrão (standard definition, 720 × 480 pixels, a mesma do DVD). Para comparar, a televisão analógica, por ter perdas na transmissão pelo ar, chega a no máximo 333 × 480. Com o codec h.264 do formato MPEG-4, será possível transmitir até 2 canais FullHD e 8 SD pela mesma transmissora.

Desenvolvimentos recentes

Alguns desenvolvimentos recentes merecem destaque. Um deles é o middleware Ginga, camada de software intermediário open source que permite o desenvolvimento de aplicações NCL interativas para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de terminais de acesso (set-top-boxes).

Resultado de anos de pesquisas lideradas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o Ginga reúne um conjunto de tecnologias e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada e, ao mesmo tempo, mais adequada à realidade do país.

O Ginga pode ser dividido em dois subsistemas principais, que permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas de programação diferentes. Dependendo das funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma possuirá uma melhor adequação que o outro.

Outro avanço importante foi a aprovação do contrato que dá início a fabricação do primeiro chip nacional para a TV Digital. A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinou recursos não-reembolsáveis do Funtec, no valor R$ 14,6 milhões [1] para a União Brasileira de Educação e Assistência (UBEA - PUCRS) e o Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC) vinculado ao MCT. Também participam do projeto a empresa Telavo Digital que apoiou a pesquisa e o design do chip e o Instituto Ábaco, de Campinas, SP, responsável pelo hardware do projeto. O chip criado pela PUC-RS e pelo Ceitec atenderá aos três sistemas de modulação para transmissão de TV Digital internacionalmente reconhecidos.

Calendário

Inicio das transmissões da TV digital no Brasil através de freqüências UHF[2]
2007
  Estado Cidade
2 de dezembro São Paulo Cidade de São Paulo
2008
  Estado Cidade
Janeiro Minas Gerais Belo Horizonte
Distrito Federal Brasília Brasília
Ceará Ceará Fortaleza
Rio de Janeiro Cidade do Rio de Janeiro
Bahia Bahia Salvador
Maio Pará Pará Belém
Paraná Paraná Curitiba
Goiás Goiás Goiânia
Amazonas Amazonas Manaus
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul Porto Alegre
Pernambuco Pernambuco Recife
Setembro Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul Campo Grande
Mato Grosso Mato Grosso Cuiabá
Paraíba Paraíba João Pessoa
Alagoas Alagoas Maceió
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte Natal
Maranhão Maranhão São Luis
Piauí Piauí Teresina
2009
  Estado Cidade
Janeiro Sergipe Sergipe Aracaju
Roraima Roraima Boa Vista
Santa Catarina Santa Catarina Florianópolis
Amapá Macapá
Tocantins Tocantins Palmas
Rondônia Rondônia Porto Velho
Acre Rio Branco
Espírito Santo Vitória
2013
O sinal se estenderá a todo o território nacional.
2016
Encerram-se definitivamente as transmissões de televisão por sinal analógico.

Número de canais da TV digital brasileira

  • UHF 15 - Mix TV HD (Música em alta definição)
  • UHF 17 - Gazeta Digital (Alta definição)
  • UHF 18 - Globo HD (Alta definição)
  • UHF 20 - Record HD (Alta definição)
  • UHF 22 -Play TV HD (Música em Alta definição)
  • UHF 23 - Band HD (Alta definição)
  • UHF 24 - TV Cultura HD (Alta Definição)
  • UHF 28 - SBT HD (Alta definição)
  • UHF 29 - RedeTV! HD (Alta definição)
  • UHF 31 - MTV Brasil HD (Música em Alta definição)

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Tópicos Relacionados: