RESUMO
Com o desenvolvimento da tecnologia Power
Line Communication (PLC), que permite transmissões de
sinais por onda portadora em redes de distribuição de
energia, surge mais uma opção de conectividade em banda
larga, além dos sistemas wireless, de satélite e cabos
coaxiais das operadoras de TV por assinatura. O PLC
transforma a rede elétrica de prédios e residências em
uma verdadeira LAN, convertendo cada tomada de energia
também em pontos de voz e dados. Para isto, roteadores
são instalados junto aos transformadores de energia das
ruas e, na entrada dos prédios, um decodificador,
semelhante aos modens, separa a corrente elétrica dos
sinais de voz, dados e Internet. Na Alemanha, onde esta
tecnologia já está sendo comercializada, as taxas de
transmissão, são entre 1 Mbps e 3 Mbps. A segunda
geração de PLC, que já está em desenvolvimento,
permitirá serviços de vídeo sob demanda em até 10 Mbps.
Com a tecnologia PLC o usuário poderá ligar ou desligar
fogões, TV’s, iluminação, ar condicionado e outros
eletrodomésticos via Internet. Esta tecnologia surge
como uma alternativa para empresas do setor de energia
interessadas em atuar no mercado de telecomunicações.
Afinal, a capilaridade de suas redes é muito superior à
das atuais operadoras de telecomunicações. Nosso grupo
visa difundir este novo conceito de transmissão de dados
no meio acadêmico, já que este assunto não é muito
conhecido e já está em fase de testes aqui no Brasil.
INTRODUÇÃO
Com o desenvolvimento da tecnologia Power
Line Communication (PLC), que permite transmissões de
sinais por onda portadora em redes de distribuição de
energia, surge mais uma opção de conectividade em banda
larga, além dos sistemas wireless, de satélite e cabos
coaxiais das operadoras de TV por assinatura.
Com o passar do tempo os meios de
comunicação vão se integrando e a exigência de novos
meios de velocidade na transmissão de dados, além da
busca pelo último usuário faz com que a PLC seja a
alternativa mais barata e viável, a velocidade de
transmissão numa rede PLC pode chegar até 14 Mbps
dependendo da quantidade de usuários conectados.
Um mercado eletrônico que cresce tão
incrivelmente está sendo sufocado pelo pouco espaço e
velocidade existente, onde suas conexões feitas por ISDN
(128 kbps) ou ADSL (faixa dos megabits por segundo) está
fazendo que se incapacite o uso para transmissão de
vídeo e áudio.
Outro grande fator é disseminação da
internet para todos os lares até os que ficam a grandes
distancias, com o uso da PLC a exclusão tecnológica
deixará de existir permitindo que a mídia cultural
eletrônica possa ser de uso integral na cultura moderna
existente.
PLC no Brasil
Um dos grandes empecilhos que ainda
existem para a ampla disseminação do acesso à Internet
para o público em geral é, sem dúvida, a falta de um
meio de transmissão de dados de baixo custo.
Até recentemente, a maioria dos esforços
públicos e privados esteve concentrada na montagem de
uma grande infra-estrutura de comunicação, capaz de
suportar o tráfego de informações na Internet por meio
de grandes vias de dados, os chamados "backbones".
O passo seguinte consistiu em encontrar
uma maneira simples e prática de conectar
individualmente cada usuário doméstico ou empresa ao
"backbone" principal, um trecho normalmente chamado
de "the last mile" (a última milha) pelos
profissionais da área, isso até hoje tem sido feito
utilizando infra-estruturas já existentes, como redes
telefônicas ou de TV a cabo. Entretanto, esses meios se
concentram em zonas urbanas – o que exclui residências
de regiões afastadas ou de difícil acesso, além de serem
relativamente caros.
Crescimento
no Brasil
Para vencer esta última milha a
implementação da PLC no Brasil está sendo avaliada por
companhias de energia como CEMIG de Minas Gerais, COPEL
do Paraná e a ELETROPAULO de São Paulo, utilizando a
própria rede elétrica para distribuir acesso contínuo e
de alta velocidade para usuários residenciais, uma
tecnologia conhecida como PLC (Power Line Communication)
ou comunicação por linhas elétricas.
A mesma tomada de energia que faz seu
computador funcionar pode ser usada para conectá-lo à
grande rede. Os primeiros testes dessa nova tecnologia,
a Power Line Comunication, foram feitos na Inglaterra.
Em termos simples, a PLC é uma tecnologia
capaz de transmitir sinais de dados e voz pela rede
convencional de distribuição de energia, usando sinais
de alta freqüência.
A promessa é de acesso em banda larga e
automação da leitura do consumo de energia, sem falar
que a aparente facilidade de instalação, vem enchendo de
esperanças os adeptos da popularização da Internet. De
concreto mesmo, apenas os testes feitos por
concessionárias de energia elétrica e pesquisadores em
universidades. Mas a novidade não é tão simples, nem tão
barata de implantar.
A expectativa é que se torne realidade e
a Internet via rede elétrica seja mais uma opção além
dos pares de cobre, satélites, cabos coaxiais e sistemas
wireless para os usuários, dentro de cinco anos.
Empresas e a PLC
A Cemig iniciou os testes do
acesso à internet em banda larga via rede elétrica, no
final do ano passado, em Belo Horizonte. Foram
investidos R$ 200 mil para instalação dos equipamentos
em 40 pontos da capital mineira. O projeto está sendo
feito em conjunto com a Infovias (joint-venture formada
pela estatal e a AES, para transmissão de dados, voz e
imagem) e a suíça Ascom, idealizadora dos
equipamentos. Segundo informações da assessoria de
comunicação da Cemig, o canal de acesso usado no projeto
piloto tem uma velocidade de 2 Mbps, o que corresponde a
uma velocidade quase 50 vezes maior que o acesso via
rede telefônica.
O objetivo das empresas envolvidas no
programa é identificar os serviços agregados para
viabilizar a proposta comercialmente. Quanto mais
serviços forem oferecidos via rede elétrica, maior será
o retorno. Por isso, estão sendo estudados processos que
vão permitir a leitura remota e em tempo real dos
relógios de luz e das curvas de cargas das residências,
além de disponibilizar serviços de TV a cabo e
televigilância.
Outra distribuidora de energia que vem
testando o sistema PLC é a Copel
Telecomunicações, do Paraná. A Copel gastou R$ 1 milhão
para levar o sistema elétrico de banda larga a 50
domicílios e estabelecimentos comerciais de Curitiba. Os
experimentos demonstraram que a tecnologia funciona, mas
o custo de sua infra-estrutura é alto, corresponde a
quase 50% da instalação de uma rede de linhas
telefônicas digitais (ADSL). Outro problema identificado
é a distância. O recurso funciona em aparelhos
instalados em circuitos curtos, onde a distância entre a
fonte do sinal de dados e a residência do usuário é de
cerca de 300 metros. Nessas condições, a Copel conseguiu
taxas de transferências de até 1,7 Mbps.
A concessionária de energia elétrica
Eletropaulo Metropolitana também iniciou testes
práticos de viabilidade da tecnologia PLC na região
metropolitana e no interior do estado de São Paulo. A
empresa deve seguir os mesmos moldes do projeto da Cemig,
o projeto de oferta da PLC em alta velocidade segue a
estratégia do grupo norte-americano AES, conglomerado de
geração e distribuição de energia, que detém ações de
ambas as distribuidoras de energia.
O grande desafio na implantação da PLC é
a adaptação de suas condições ao sistema elétrico
brasileiro, na Europa e nos Estados Unidos, a rede é
subterrânea, ou seja, não sofre interferências do meio
ambiente.
ASCOM –
A ASCOM Powerline
Communications (APC) é uma subsidiária da
ASCOM Holding e foi estabelecida em 1999. Tem tecnologia
já comprovada para trazer a Internet de banda larga (até
4.5 Mbps hoje, com possibilidades de até 40 Mbps dentro
de 3 anos) e telefonia às casas e às empresas via
linhas elétricas comuns. A APC está em fase de expansão
e colabora com algumas das maiores empresas de serviços
de utilidade pública no mundo na área de energia
elétrica, no caso Brasil atuando com a Cemig Companhia
Elétrica de Minas Gerais. Atualmente operando na Europa,
na Ásia e na América Latina (até agora só no Chile). O
sistema está funcionando atualmente em 16 países.
Para implementar estas soluções
precisa-se da colaboração entre uma distribuidora de
energia elétrica, uma companhia telefônica e um provedor
de serviços Internet. A ASCOM está contemplando o
estabelecimento de uma fábrica de modens e outros
equipamentos especializados no Brasil para servir o
mercado brasileiro, do MERCOSUL e da América Latina.
A PLC pode ser a solução chave para levar
a Internet (com seus governos eletrônicos) e a telefonia
para qualquer casa com uma conexão elétrica, uma solução
de acesso popular quando combinada com o uso de uma
caixa pequena tipo WebTV usada com um aparelho comum de
televisão.
Em breve, deve chegar também ao Brasil,
por intermédio da distribuidora PI Componentes – novo
nome da União Digital –, o Power Packet, circuito
integrado dotado de um chip para ser integrado a
aparelhos como telefones, decodificadores de TV a cabo,
televisores, câmeras de vídeo e outros eletrodomésticos.
Funciona como um modem e sua função é captar sinais de
dados, voz e imagem recebidos por qualquer meio como
cabos de cobre elétricos ou de telefonia, fibras ópticas
ou cabos coaxiais de TV.
Produzido pela norte-americana
Intellon Corp., o Power Packet tem como
público-alvo os fabricantes de modens, de sistemas de
automação residencial e comercial e as distribuidoras de
energia elétrica.
O primeiro alvo dos desenvolvedores de
PLC, na verdade, será o público residencial. Mas o
mercado corporativo, representado pelos provedores de
acesso, de data centers, Web sites, é o que apresenta o
maior potencial de rentabilidade.
A tecnologia PLC seria uma solução
perfeita se não fosse pelo fato de as linhas de força –
assim como a rede telefônica no passado – não serem
consideradas meios ideais para a transmissão de dados.
Dentro e fora de casa, a rede elétrica
está sujeita a todo tipo de interferência e ruídos
gerados por fontes chaveadas, motores e até dimmers.
Outro fator negativo das redes elétricas
é sua oscilação: características como impedância,
atenuação e freqüência podem variar drasticamente de um
momento para o outro, à medida que luzes ou aparelhos
conectados à rede são ligados ou desligados. Além disso,
se a intenção for transmitir informações a longas
distâncias, os transformadores de distribuição são
verdadeiras barreiras para a transferência de dados.
Apesar de permitirem a passagem de corrente alternada a
50 Hz ou 60 Hz com quase 100% de eficiência, os
transformadores atenuam seriamente outros sinais de
maior freqüência.
Para atender às suas próprias
necessidades, as distribuidoras de energia elétrica
ocasionalmente criam soluções que fazem com que esses
sinais contornem ou até atravessem os transformadores
por meio de redes especiais de alta freqüência. Novas
técnicas são capazes de recuperar sinais fortemente
atenuados, entretanto somente as grandes empresas tem
acesso a essa tecnologia.
Outra desvantagem vem do fato de a PLC
ser uma mídia compartilhada e estruturada de modo
paralelo. Assim, todas as casas conectadas numa mesma
subestação local estarão compartilhando a largura de
banda disponível. Isso significa que o desempenho da
conexão pode variar de acordo com o número de pessoas
que estiverem navegando ou baixando arquivos
simultaneamente.
Apesar desses revezes, a PLC também
possui outras características interessantes, além do
aproveitamento de uma infra-estrutura já existente. A
principal delas é ter a Internet sempre à disposição, 24
horas por dia. A atual velocidade máxima de 4,5 Mbps é
bem maior que a de uma conexão ISDN (128 kbps) ou ADSL
(faixa dos megabits por segundo).
Outra característica interessante da PLC
é a possibilidade de transformar toda a infra-estrutura
elétrica de uma residência ou edifício em uma rede local
de dados, onde cada tomada pode ser encarada como um
ponto de acesso que pode ser usado de maneira simples e
descomplicada.
Essa idéia de transmitir dados sobre rede
elétrica também poderia ser aplicada para interconectar
dispositivos inteligentes dentro de uma casa. No início
de 2000, a empresa Sunbeam – por meio de sua subsidiária
Thalia Products – anunciou uma linha de eletrodomésticos
inteligentes que trocavam informações no momento em que
eram ligados à tomada. Batizada de HLT (Home Linking
Technology), a iniciativa pretendia lançar produtos como
despertadores, detectores de fumaça, cafeteiras,
cobertores elétricos, medidores de pressão arterial,
capazes de se comunicar. Por exemplo, o despertador
poderia ser programado para mandar uma ordem à cafeteira
para começar a preparar o café um pouco antes do pessoal
da casa sair da cama. Num futuro próximo, até será
possível colocar um filme em DVD no PC da casa e
transmitir o som e a imagem para uma TV compatível pela
fiação interna.
A Rede
PLC
A topologia da rede será a mesma da usada
para distribuição de energia elétrica, tornando cada
tomada um ponto potencial para transmissão de dados,
transformando desta maneira a rede elétrica de prédios e
residências em uma verdadeira LAN.
A
Tecnologia
O
Padrão da PLC está baseado no conceito de
"aproveitamento da rede elétrica". A conveniência é até
mesmo mais óbvia neste caso porque enquanto nem todo
cômodo tiver um telefone para conectar, você sempre terá
uma saída elétrica perto de um computador. Com a PLC,
você conecta seus computadores a um ao outro pela mesma
saída.
Porque não requer nenhuma instalação
elétrica nova, e a rede não soma nenhum custo a sua
conta elétrica, PLC é o método mais barato de conectar
computadores em cômodos diferentes.
Rede elétrica
Rede Telefônica
Rede Wireless
Rede Ethernet
Passport &
PowerPacket
Há duas tecnologias de PLC competindo. A
tecnologia original é chamada Passport, criada
pela Intelogis, a outra tecnologia se chama
PowerPacket, desenvolvida pela Intellon,
deste modo escolhida pela Aliança HomePlug como o
padrão de redes PLC.
Aqui são as vantagens de uma rede PLC:
·
É barato
·
Utiliza instalação elétrica.
·
Todo quarto de uma casa típica tem várias
saídas elétricas.
·
É fácil instalar.
·
Uma impressora, ou qualquer outro
dispositivo que não precisará ser conectado diretamente
a um computador, não tendo que estar fisicamente perto
de qualquer computador em rede.
·
Não requer que uma placa PCI seja
instalada no computador (embora há companhias que
trabalhem com sistemas baseados em PCI).
A nova tecnologia PowerPacket
provê outras vantagens bem como: É rápida, avaliada a 14
Mbps. Esta velocidade permite aplicações novas, como
fluir áudio e vídeo e estar disponibilizando para toda
casa.
Há algumas desvantagens ao conectar a
linha de força a tecnologia de PASSPORT mais
antiga:
·
O desempenho pode ser alterado se a
energia for utilizada.
·
Só trabalha com computadores baseados no
Windows.
·
Usa grandes dispositivos de parede para
acessar uma saída elétrica.
·
Pode usar só 110V como linha de força
padrão.
·
Requer que todos os dados sejam
codificados para uma rede segura.
·
Instalações elétricas mais antigas podem
afetar o desempenho.
Produtos novos estão se baseado no Padrão
de PLC
como a tecnologia da PowerPacket e da Intellon.
De acordo com a Intellon, a
tecnologia de PowerPacket elimina muitas destas
preocupações, enquanto citando as vantagens seguintes:
É muito rápido. Avaliado a 14 Mbps.
·
"Evita" rompimentos na energia, enquanto
mantém as conexões da rede e velocidades.
·
Não limita as características de sua
impressora.
·
Pode ser compatível com outros sistemas
operacionais (dependendo de disponibilidade de drive).
·
Pode ter o circuito se necessário
embutido dentro do dispositivo, enquanto só necessita de
um cabo de força padrão para acessar uma saída.
·
Trabalha independente de voltagem de
linha e freqüência de corrente.
·
Inclui encriptação.
Em testes, não mostrou nenhuma degradação
notável devido a condições de uma velha instalação
elétrica.
Agora observemos como cada uma destas
tecnologias trabalha.
Métodos
Intellon
e Intelogis usam métodos diferentes para
estabelecer redes PLC.
Intellon
A tecnologia de PowerPacket da
Intellon que serve como a base para o Aliança
HomePlug Powerline padrão que usa uma forma
aumentada de multiplexação de divisão freqüêncial
orthogonal (OFDM) com correção de erro, semelhante à
tecnologia achada em modem de DSL. OFDM é uma variação
da multiplexação de divisão freqüêncial (FDM) usado em
redes de linha telefônica. FDM insere dados de
computador em freqüências separadas de sinais de voz
levados pela linha telefônica, enquanto separando o
espaço notável extra em uma linha telefônica típica em
dados distintos dividido em pedaços uniformes da largura
da banda.
No caso de OFDM, é avaliado o alcance da
gama disponível de freqüências no subsistema elétrico
(4.3 MHz à 20.9 MHz). OFDM envia vários pacotes de dados
simultaneamente com as freqüências transportadas,
permitindo velocidade e confiança. Se barulho ou uma
oscilação de energia em uso romperem um das freqüências,
o PowerPacket sentirá falta de um pedaço do pacote e
trocará os dados para outro transporte. Este sistema
adapta a taxa de transmissão permitindo que o
PowerPacket mantenha uma conexão da Classe Ethernet ao
longo da rede de linha de força sem qualquer perda de
dados.
Esta Placa PCI em seu computador e uma
saída de energia em sua parede
pode criar uma rede PLC.
A mais recente geração de tecnologia de
PowerPacket é avaliada a 14 Mbps que são mais rápidos
que linha telefônica existente e soluções sem fios.
Porém, como o acesso à banda larga e o conteúdo baseado
na Internet como áudio, vídeo e voz por IP tornam-se
cada vez comuns, exigências de velocidade continuarão
aumentando. Ao longo destas linhas, o OFDM da Intellon
se aproxima de um suporte em redes PLCs em alta escala,
permitindo que a eventual tecnologia possa ultrapassar
100 Mbps.
Intelogis
A
tecnologia de linha de força mais antiga usada pela
Intelogis confia a troca de chave de freqüência (FSK)
enviar dados em cima dos fios elétricos em sua casa. FSK
usa duas freqüências, um para 1s e o outro para 0s, para
enviar informação digital entre os computadores na rede.
As freqüências usadas há pouco está em uma faixa
estreita anterior o nível onde a maioria do barulho na
linha acontece. Embora deste método funcionar, é um
pouco frágil. Qualquer coisa que encontra em qualquer
freqüência pode romper os dados que são transmitidos,
isto é, enquanto o computador transmitir e receber os
dados. Isto pode afetar o desempenho da rede. Por
exemplo: quando você estava usando mais eletricidade em
sua casa, como ligar a lavadora ou o secador, o que faz
reduzir a velocidade na rede. Intelogis inclui
proteção na linha de força e em seu equipamento de rede
forçando que você os insira entre a saída da parede e
seu equipamento ajudando a reduzir a quantidade de
barulho na linha elétrica.
Como
Instalar uma Rede de PLC
Distribuição do PLC em um domicilio
A conexão física entre cada computador e
a Intelogis na rede de energia usa a porta
paralela do computador. Um dispositivo é fixado
diretamente na saída elétrica encontrada na parede (não
funcionará corretamente se utilizar um protetor de
oscilação).
|
|
Um cabo paralelo é fixado no dispositivo da
parede e no conector paralelo do computador.
A rede de energia deve ser o último
equipamento conectado a porta paralela. Por
isto, se você tem qualquer outra coisa
conectada a porta paralela, como um scanner,
isto é que tenha que passar pela porta
paralela, a menos que você tenha uma segunda
porta paralela em seu computador, sua
impressora deve ser conectada à rede por um
dispositivo de parede próprio. Algo para
lembrar-se de que aquela rede de energia não
apóia impressões bidirecionais. Isto é,
dados que são enviados em ambas as direções,
permitindo sua impressora enviar informações
a seu computador, como a quantidade de tinta
e papel. Isto não impedirá que sua
impressora trabalhe, mas você perderá o uso
de tal característica. |
Dispositivos de PowerPacket conectam-se por uma
porta USB ou Ethernet utilizando o cabo de seu
computador a um adaptador na parede. Dispositivos
subseqüentes terão o circuito embutido, isto significa
para ter a conexão é somente utilizado cabo de força.
Uma vez que as conexões físicas são
feitas, a instalação do software é descomplicada. O
software encontra automaticamente os computadores e
impressoras na rede. Se sua conexão de Internet é feita
por modem ou cabo, DSL ou modem normal, o software
servidor de procuração permite compartilhar a Internet
com seus outros computadores. Você pode adicionar
computadores facilmente utilizando um novo adaptador e
instalando o software. Podem ser incluídas impressoras
adicionais usando a adaptador de impressoras. Arquivo e
impressora podem ser compartilhados no Windows.
Há dois tipos comuns de redes de casa: a
rede ponto-a-ponto e cliente/servidor. As redes de
cliente/servidor têm um sistema administrativo
centralizado que provê informação a todos outros
dispositivos. Os meios da rede ponto-a-ponto faz com que
cada dispositivo possa se comunicar diretamente com um
ao outro dispositivo na rede sem consultar primeiro um
sistema central. A Intelogis Passport usa
tecnologia de uma rede de cliente/servidor. O primeiro
computador que você instala o software se torna o
Servidor de Aplicação. Enquanto controla o fluxo de
dados, contata cada dispositivo de rede onde pode achar
outros dispositivos.A tecnologia de PowerPacket
da Intellon usa uma rede de ponto-a-ponto
semelhante.
Fonte:
http://www.metrored.com.br/tutoriais/tutorial_redes_plc_01.php
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